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22 de set. de 2010

Massagem Drenagem Linfática





A drenagem linfática é uma técnica de massagem que trabalha o sistema linfático, estimulando-o a trabalhar de forma rápida, movimentando a linfa até os gânglios linfáticos. Essa técnica foi desenvolvida em 1932 pelo terapeuta dinamarquês Vodder e sua esposa e, posteriormente, foi aprimorada tornando-se popular.

A linfa é o líquido existente nos vasos dos gânglios linfáticos. É caracterizada por sua viscosidade, ausência de cor, por conter substâncias orgânicas e inorgânicas, resíduos e toxinas.

A principal função da drenagem linfática é retirar os líquidos acumulados entre as células e os resíduos metabólicos. 

Ao serem retirados do local armazenado, tais substâncias são encaminhadas para o sangue através da circulação. Essa técnica também estimula a regeneração dos tecidos, melhora o sistema imunitário, é relaxante e tranqüilizante, combate a celulite e a gordura localizada e ainda melhora a ação antiinflamatória do organismo. 


A drenagem linfática é realizada em dois processos, a evacuação, que consiste em desobstruir os gânglios e as demais vias linfáticas, e a captação, que consiste em realizar de fato a drenagem. De forma manual a drenagem é feita a partir de círculos com as mãos e com o polegar, movimentos combinados e pressão em bracelete. Por aparelhos, a drenagem é feita através de um sistema inteligente de computador que infla e desinfla uma espécie de bolsa que assim como a drenagem manual melhora a condição das linfas.

É importante saber que essa técnica é contra-indicada para pessoas com infecções agudas, insuficiência cardíaca, trombose, hipertensão, câncer, asma brônquica e bronquite asmática. 


15 % do peso corporal é representado pela linfa.
Uma pessoa forma de 2 a 5 litros de linfa por dia, mas pode, em casos especiais (doença), formar 20 litros.
 A linfa circula, dependendo dos mecanismos de condução que estão sendo usados, a 4 mm/s.
 80 % da linfa formada no corpo vem da periferia e procura o aprofundamento onde fará seu   papel na condução da linfa dos vasos profundos. 
 Os vasos linfáticos iniciam em capilares, passam para pré-coletores, coletores e ducto torácico.
 Os capilares linfáticos são diferentes dos capilares sangüíneos, mais numerosos e mais volumosos (20 a 60 micra).

20 de set. de 2010

Drenagem Linfática emagrece?


A Drenagem Linfática Manual potencializa o resultado de vários tratamentos, já que elimina as toxinas, diminui a retenção de líquidos e oxigena os tecidos em áreas do corpo que estão propensas ao acúmulo de gordura, como abdômen, coxas e culote. Além de ativar o metabolismo, a Drenagem Linfática 
 associada a algumas técnicas, favorece a queima dos estoques de gordura no corpo. 

No entanto, se você é daquelas pessoas que acha que somente drenagem linfática emagrece, engana-se. Este é uma comparação comum que a mídia e alguns esteticistas divulgam. A Drenagem Linfática é responsável pela eliminação dos líquidos do corpo como mencionado acima, não emagrece, reduz medidas se houver um inchaço no corpo, com retenção de líquidos. Como sou estudante de Fisioterapia, não posso compartilhar com este conceito.
Porém, a Drenagem Linfática Manual associada a técnicas de Dermato Corporal, pode sim! Ter bons resultados de redução de medidas e/ou emagrecimento, pois como também mencionado acima, ela ajuda o metabolismo, favorecendo a absorção dos estoques de gordura.

As técnicas de drenagem que utilizo são as de Vodder e Leduc, com movimentos lentos, intermitentes e leves, dando uma sensação de relaxamento. As técnicas associadas à Drenagem para fins de redução de medidas são: Ultra-Som, Vácuoterapia, Massagem Modeladora, Crioterapia e Termoterapia.

Por Vagner Pires

27 de jun. de 2010

VACUOTERAPIA (ENDERMOLOGIA)


A vacuoterapia atua mecanicamente nos sistemas circulatórios (venoso e linfático), regulando o equilíbrio hídrico, a circulação de nutrientes e a eliminação de toxinas dos tecidos. É uma técnica que pode ser utilizada nos tratamentos faciais e corporais clássicos, assim como no pré e no pós-operatório. O uso da vacuoterapia na Estética pode e deve ser associado a outros procedimentos; isso otimiza o resultado final do tratamento. Essa otimização é comprovada, por exemplo, com a utilização da vacuoterapia após o uso do ultra-som e do manthus nos tratamentos de fibro-edema-ginóide (celulite).

Aplicação:
O PROFISSIONAL aplica a sucção sobre a parte do corpo a ser tratada, deslizando-a na pele do paciente em direção à circulação linfática. A sucção a vácuo proporciona a sensação de uma uma massagem forte.

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO VÁCUO
O Vácuo é um aparelho de eletro sucção que provoca uma pressão negativa cuja intensidade varia de 0 a 600 mmHg. Esta força de sucção (vácuo) pode ser controlada pelo profissional através da válvula de regulagem da sucção; assim, o vácuo adequa-se ao objetivo final do tratamento e às condições do tecido tratado.

BENEFÍCIOS
• Esfoliação e tonificação celular na epiderme;
• Na derme, desfibrosagem e modificação da viscosidade (melhora do aspecto de casca de laranja);
• Estimulação da lipólise no tecido subcutâneo (hipoderme);
• Aumento do aporte sanguíneo; melhor oferta de O2 e nutrição celular;
• Aumento da eliminação de resíduos tóxicos;
• Recuperação, manutenção ou melhora da função linfática; auxílio na redução de edemas e hematomas;
• Estimulação dos fibroblastos para a produção de colágeno e elastina;
• Remoção de infiltrados subcutâneos, líquidos intersticiais e nódulos hipodérmicos;
• Melhora das trocas circulatórias;
• Revascularização superficial e tonificação vascular;
• Equilíbrio entre a liberação e absorção de líquidos corporais;
• Melhora do contorno corporal;
• Melhora da elasticidade cutânea;
• Melhor nutrição muscular e tissular;
• Reorganização da camada adiposa;
• Atenuação de rugas e melhora do aspecto de cicatrizes, recentes ou não.

Indicação
• Recurso auxiliar nos diversos tratamentos faciais e corporais;
• Revitalização cutânea;
• Drenagem linfática facial;
• Drenagem linfática corporal;
• Pré e pós-operatório imediato;
• Linfoedema;
• Liberação da aderência cicatricial;
• Lipodistrofia e fibroses;

24 de jun. de 2010

Tudo sobre drenagem linfática!

A drenagem linfática é ótima e ajuda bastante na prevenção contra a celulite. A técnica promete limpar toxinas (evitando a formação de nódulos), eliminar líquidos (inchaço) e oxigenar a pele em curto prazo.

Segundo dermatologistas, a massagem pode ser feita de forma manual ou mecânica. “A drenagem linfática manual é mais indicada em casos de pós-cirurgia plástica (para redução de edemas) e para pacientes com alteração hormonal. A manual propicia que a profissional observe regiões com nódulos, edemas e trabalhe mais neste local”.

Profissional qualificado

Não é necessária uma prescrição médica para fazer o tratamento, mas é sempre indicado consultar um dermatologista. “Em geral, apenas os fisioterapeutas, esteticistas ou profissionais de nível técnico com curso específico podem fazer a drenagem linfática”.

Celulite

Qualquer que seja a causa dos furinhos - má alimentação, sedentarismo, cigarro, alterações hormonais, stress -, eles começam com um processo de retenção de líquido que acarreta má oxigenação do tecido. Sem a devida nutrição, ele endurece até formar os nódulos. “A drenagem quebra esse ciclo eliminando a retenção de líquido”.

Gordura

Segundo a médica, quando bem feita, a drenagem diminui a retenção de líquido em áreas do corpo que estão propensas ao acúmulo de gordura, como abdômen, coxas e culote, além de ativar o metabolismo, favorecendo a queima dos estoques de gordura no corpo.

Dores

A finalidade da drenagem é coletar os líquidos presos entre as células, colocá-los nos vasos capilares e, por meio de variados movimentos suaves, fazê-los caminhar para que sejam eliminados. “A massagem deve ser rítmica, sem muita pressão - já que a linfa corre na superfície da pele e seu fluxo é relativamente lento e precisa ser respeitado. Assim, não há a necessidade de manobras que provoquem dor ou desconforto. A idéia é que ela seja inclusive relaxante, causando bem-estar”.

Contra-indicação

Para mulheres com diagnóstico de tumores, abscessos e nódulos não-identificados a drenagem não é indicada. “As que têm histórico de problemas circulatórios serão as mais beneficiadas com a ação da drenagem, pois será mais visível a diminuição da retenção de líquidos”, esclarece a dermatologista.

Fonte - MBPress

19 de jun. de 2009

Drenagem linfática: toques mágicos


Por Deise Garcia fotos Priscila Prade

O que é drenagem linfática? Como ela é feita?
É uma técnica de massagem que estimula o sistema linfático a trabalhar em um ritmo mais acelerado, mobilizando a linfa até os gânglios linfáticos. Por esse processo são eliminados o excesso de líquido e as toxinas. “A drenagem linfática pode ser feita de forma manual, mecânica ou por meio de uma modalidade mais recente, a eletroestimulação”, conta Cinthia Ito, fisioterapeuta da Clínica Luciana Lourenço Dermatologia, em São Paulo (SP). Ela é aplicada com movimentos de pressão leve, suave, rítmica, lenta e precisa.

E o que é a linfa?

É o líquido que está contido nos vasos que compõem o sistema linfático. “Semelhante ao plasma sanguíneo, ela é incolor e viscosa, composta por água, substâncias orgânicas e inorgânicas, resíduos e toxinas resultantes do trabalho do metabolismo”, diz Maya Maalouf, diretora do Instituto Anna Pegova, em São Paulo.

Por que mexer na linfa é tão importante?
A linfa conduz o líquido excedente e as toxinas aos órgãos excretores, provocando uma limpeza interna. Ela também é responsável por levar oxigênio, substâncias nutritivas e hormônios para os tecidos, o que é fundamental para o funcionamento do nosso organismo. “Como a linfa se desloca sempre numa mesma direção, ela depende de forças externas, tais como a gravidade, as manobras de massagem, além das forças internas (como a contração muscular, a pulsação das artérias próximas aos vasos, o movimento das vísceras e os movimentos respiratórios) para funcionar como um relógio”, diz a fisioterapeuta Priscila Bertolazzi, da Beauty Runner, em São Paulo. “Com a massagem favorecemos o seu funcionamento”, conclui a fisioterapeuta Roselaine Marques, também da Beauty Runner. A coordenadora do Centro de Treinamento Estético da rede Jacques Janine, em São Paulo, Vanda Regina da Costa, explica a ação da drenagem: “Imagine um quintal (o corpo), onde são jogados vários baldes de água (a linfa). Então, você pega o rodo (manobras de drenagem linfática) e puxa toda a água para o ralo (gânglios linfáticos) até secar o quintal, ou seja, desobstruir o local”.

Muita gente diz que a drenagem é dolorida. Tem que doer para funcionar?
Não. A finalidade da drenagem é coletar os líquidos presos entre as células, colocá-los nos vasos capilares e, por meio de variados movimentos suaves, fazê-los caminhar para que sejam eliminados. Por isso mesmo, a massagem deve ser rítmica, sem muita pressão — já que a linfa corre na superfície da pele e seu fluxo é relativamente lento e precisa ser respeitado. Assim, não há a necessidade de manobras que provoquem dor ou desconforto. “A idéia é que ela seja inclusive relaxante, causando bem-estar”, conta a fisioterapeuta Roselaine Marques. O que acontece é que os locais com inflamação ou cicatrizes recentes podem estar mais sensíveis.

A massagem deixa a gente roxa?
Não deve deixar, enfatizam todos os especialistas entrevistados. “O surgimento de hematomas indica que o estímulo foi muito agressivo e houve rompimento dos vasos e capilares venosos. Como já foi dito, a drenagem linfática verdadeira é suave”, diz a dermatologista paulistana Jozian Quental.

A drenagem linfática profunda é capaz de modelar o corpo? Qual a diferença entre ela e a clássica?
A maioria dos especialistas afirma que a drenagem linfática não pode ser chamada de profunda. “Drenagem linfática é um estímulo externo do trabalho natural da linfa. Só existe uma maneira de fazê-lo: com manobras precisas, lentas, leves e superficiais”, alerta a dermatologista Ligia Kogos, de São Paulo. “Muita gente confunde drenagem linfática com massagem clássica modeladora, executada com maior pressão das mãos para trabalhar os nódulos celulíticos e porções de gordura localizada e que pode, inclusive, deixar o corpo roxo”, conclui.

Por que a drenagem é sempre parte dos pacotes de tratamentos?
“Porque ela potencializa o resultado de vários tratamentos, já que elimina as toxinas, diminui a retenção hídrica e oxigena os tecidos”, diz a fisioterapeuta Viviane de Carvalho, da Clínica Thyfere, em São Paulo.

Mas ela funciona sozinha?
Depende do que se espera do tratamento. Para reduzir a retenção líquida e favorecer a eliminação de toxinas, a drenagem oferece bons resultados. Para quadros de celulite e gordura localizada mais graves, costuma-se associar o uso de ultra-som, ondas eletromagnéticas que facilitam a dissolução de nódulos e gordura.

Como a drenagem combate a celulite?
Qualquer que seja a causa dos furinhos — má alimentação, sedentarismo, cigarro, alterações hormonais, stress —, eles começam com um processo de retenção de líquido que acarreta má oxigenação do tecido. Sem a devida nutrição, ele endurece até formar os nódulos. “A drenagem quebra esse ciclo eliminando a retenção de líquido”, explica a personal e esteticista Luciane Moraes, de São Paulo.

E a gordura?

Quando bem feita, a drenagem diminui a retenção de líquido em áreas do corpo que estão propensas ao acúmulo de gordura, como abdômen, coxas e culote, além de ativar o metabolismo, favorecendo a queima dos estoques de gordura no corpo.

E contra a flacidez, existe algum resultado efetivo?
Há controvérsias. Alguns profissionais defen-dem que ela não tem ação sobre a flacidez; outros, que ela melhora um pouco a aparência da pele, já que facilita a oxigenação local e a organização das células e fibras de sustentação. “A drenagem linfática pode contribuir na prevenção da flacidez de pele, pois está produzindo um tecido mais bem nutrido, mas ela não recupera a flacidez já existente, principalmente se houver sobra de pele”, explica Viviane Brant de Carvalho, da clínica Thyfere. “Para esses casos, existem métodos como a endermologia, intradermoterapia e prescrição de cremes com ativos como o DMAE.”

Há a necessidade do uso de um creme para a massagem? Por quê?
Existem várias linhas de aplicação para a drenagem linfática. A técnica Leduc, uma das mais utilizadas, abre mão de cremes e recorre apenas aos movimentos suaves. Outros métodos usam cremes para melhorar o deslizamento das mãos.

Quantas sessões são indicadas para os primeiros resultados?
Recomenda-se um mínimo de dez sessões para um resultado efetivo. “Mas, na primeira sessão, pode-se observar melhora visível no inchaço, na circulação, e no funcionamento do aparelho digestivo”, conta Vanda Regina, da rede Jacques Janine.

Há algum caso em que a drenagem é contra-indicada?
Ela é contra-indicada para mulheres com diagnóstico de tumores, abscessos e nódulos não-identificados. “As que têm histórico de problemas circulatórios serão as mais beneficiadas com a ação da drenagem, pois será mais visível a diminuição da retenção de líquidos. Mas ela apresenta bons resultados para todas”, explica a dermatologista Ligia Kogos.

Quanto custa o tratamento?
As sessões variam de 60 a 120 reais, mas, fique de olho: as clínicas costumam fazer planos especiais para pacotes, em que a sessão cai para 30 ou 40 reais, em média. Confira.

drenagem manual x drenagem mecânica As duas técnicas são boas e eficientes, mas a drenagem linfática manual é mais indicada em casos de pós-cirurgia plástica (para redução de edemas) e para pacientes com alteração hormonal (por conseguir realizar manobras mais suaves e poder contar com o controle da sensibilidade da terapeuta). “A manual propicia que a profissional observe regiões com nódulos, edemas e trabalhe mais neste local”, diz a fisioterapeuta Cinthia Ito, da Clínica Luciana Lourenço Dermatologia.